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A aurora de tudo 13-08-2022 | 19:00
"The Dawn of Everything" (a aurora de tudo), de David Graeber e David Wengrow, é um livro que pretende mudar a história da historiografia -e em alguma medida consegue. O alvo primário dos autores é a noção de que a história humana se divide em antes e depois da agricultura. Na fase anterior, o suposto estado de natureza, as pessoas viviam de forma igualitária em bandos de coletores-caçadores de até uma centena e meia de indivíduos. Depois da agricultura, vieram os excedentes de produção e, com eles, as classes sociais, as cidades, o Estado e a opressão. Leia mais (08/13/2022 - 14h00)
Mais de um terço dos candidatos a governador que estão formalmente aliados nas eleições com PL, partido de Jair Bolsonaro, não publica imagens ou faz referências ao atual presidente em suas redes sociais. Leia mais (08/13/2022 - 13h36)
Para um hábito que a maioria de nós desenvolve antes mesmo de ter altura suficiente para olhar no espelho do banheiro, somos notavelmente ruins em escovar os dentes. Leia mais (08/13/2022 - 13h23)
Hadi Matar, suspeito do ataque ao escritor Salman Rushdie em um evento no interior do estado americano de Nova York nesta sexta (12) foi indiciado por tentativa de homicídio e está detido, sem possibilidade de fiança, disse a promotoria do condado de Chautauqua neste sábado (13). Leia mais (08/13/2022 - 13h12)
Se me contassem essa história há uns anos atrás eu ficaria horrorizada; então, caro leitor, aviso que esse texto é sensível aos poucos rodados e às pessoas que, como disse Contardo Calligaris, já citado aqui na coluna, "querem proibir aos outros o que eles não conseguem proibir a si mesmos". Só recomendo a leitura a quem, em algum momento da vida sexual, se preocupou se o banho estava em dia, se estava peludo demais, se essa luz ressaltava a estria, a barriga, se o peito parecia vaca leiteira ao ficar de quatro, se isso ou aquilo era pequeno ou grande demais. "Ele sabe que está muito acima da média no sexo", contou a amiga. Na hora soltei um "Pfff", a bufada francesa, e fiz o girar de olhos para cima, com o desdém que só o hétero topzera cis branco me causa; foram inevitáveis. A antropóloga e pesquisadora Helen Fischer entendeu nos seus estudos que o cérebro da pessoa apaixonada pode ser comparado ao de um dependente químico, então imaginei minha amiga cracuda pelo krush por vibrar como Pepe Le Pew com a gatinha. Eis que ela revela: "Não, Kri, ele é bi e eu comi o ku dele com uma cintaralho." Minha amiga continuou: "Eu já tava derretida no primeiro beijo. Pensa num beijo bom". Pensei e suspirei. A gente fica feliz com o aumento de salário, com a cura de uma doença e, ainda, com os orgasmos dos amigos como se fossem os nossos, né? Deve ser por isso que eu amo as amigas vagabundas mais que as pudicas. Leia mais (08/13/2022 - 13h00)
Há uns 40 anos, quando "Koyaanisqatsi" chegou por aqui pouca gente sabia o que significava essa palavra estranha e poucos davam bola à questão ambiental. Mesmo assim o filme foi recebido com aplausos, comentado na Mostra de Cinema e tudo mais. Leia mais (08/13/2022 - 13h00)